Quais são as necessidades de um tester?

O que o motiva no seu trabalho como testador? Stephen Janaway, profissional de testes há 12 anos, tenta nos ajudar a entender nossas necessidades profissionais e a determinar como você pode deixar de sentir que trata-se apenas de um trabalho para um estado de “auto-atualização”.

A seguir, apontamos alguns dos principais aspectos discutidos por ele.

Stephen inicia fazendo uma relação com a pirâmide das necessidades de Maslow, tentando entender como as principais necessidades dos seres humanos são atendidas. Considerando, que de maneira geral as pessoas tem um grande desejo de atingir seu potencial, de progredir. Para Maslow, as pessoas que alcançaram o ponto de auto-atualização tinham características comuns, como: criatividade, espontaneidade, visão clara do certo e errado, etc.

Em seguida, ele monta a pirâmide associando cada um dos grupos as necessidades dos testadores, tentando esquecer descrições de cargo e funções, mas considerando o que nos satisfaz como testadores.

Stephen aborda que no nível mais básico (aceitação) a função é vista como algo que qualquer um pode fazer e que não é respeitado ou apoiado pelos superiores. No nível seguinte os testes passam a um nível de aprendizado, onde os mesmos são incluídos, mas vistos como algo irritante. No terceiro nível começa a existir o respeito e os testers são vistos como parte do time, consultados e respeitados. Já no nível de interação o negócio depende e percebe o valor adicionado pelos testes. Por fim, chegamos ao grupo onde há o reconhecimento interno e externo da comunidade, onde ele cita Maslow “O que um homem pode ser, ele deve ser.”.

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Por fim, o palestrante pergunta: Em que nível você acredita estar? O que pode fazer para subir ou se manter no topo ?

Segue, abaixo, o vídeo da palestra, são apenas 15 minutos, bem objetivo e vale a reflexão.

TestBash 2.0 – A Tester’s Hierarchy of Needs – Stephen Janaway from Software Testing Club on Vimeo.

Vídeos – Google Test Automation Conference 2013

Nos dias 23 e 24 de Abril aconteceu mais uma edição do GTAC – Google Test Automation Conference. Dessa vez também acessível via streaming. Os vídeos das 16 horas de palestras também já estão disponíveis no YouTube, os quais compartilho com vocês no decorrer do post. Ainda não tive tempo de assistir a todas as palestras, mas tenho certeza que o nível do conteúdo é excelente, pois já assisti a vários vídeos dos anos anteriores.

As palestras estão divididas em dois vídeos, referentes a cada um dos dias do evento, porém a partir da agenda você pode saltar para a palestra que mais lhe interessar. Já assisti as 4 primeiras palestras do dia 1 e gostei bastante das duas primeiras.

Segue a lista das palestras e os vídeos.

Dia 1:

Duração Palestrante Empresa Tema
00:15:00 Tony Voellm Google Opening
00:45:00 Ari Shamash Google Evolution from Quality Assurance to Test Engineering
00:45:00 James Waldrop Twitter Testing Systems at Scale @Twitter
00:30:00 Break
00:45:00 David Burns and Malini Das Mozilla How Do You Test a Mobile OS?
01:00:00 Lunch
00:45:00 Igor Dorovskikh and Kaustubh Gawande Expedia Mobile Automation in Continuous Delivery Pipeline
00:15:00 David Röthlisberger YouView Automated Set-Top Box Testing with GStreamer and OpenCV
00:15:00 Ken Kania Google Webdriver for Chrome
00:15:00 Vojta Jina Google Karma – Test Runner for JavaScript
00:15:00 Patrik Höglund Google Automated Video Quality Measurements
00:15:00 Minal Mishra Netflix When Bad Things Happen to Good Applications…
00:30:00 Break
00:45:00 Tao Xie North Carolina State University Testing for Educational Gaming and Educational Gaming for Testing
00:45:00 Simon Stewart Facebook How Facebook Tests Facebook on Android
00:15:00

Dia 2:

Duração Palestrante Empresa Tema
00:15:00 Opening
00:45:00 Mark Trostler Google Testable JavaScript – Architecting Your Application for Testability
00:45:00 Thomas Knych, Stefan Ramsauer, Valera Zakharov Google Breaking the Matrix – Android Testing at Scale
00:30:00 Break
00:45:00 Guang Zhu (朱光) and Adam Momtaz Google Android UI Automation
01:00:00 Lunch
00:45:00 Jonathan Lipps Sauce Labs Appium: Automation for Mobile Apps
00:15:00 Eduardo Bravo Google Building Scalable Mobile Test Infrastructure for Google+ Mobile
00:15:00 Valera Zakharov Google Espresso: Fresh Start to Android UI Testing
00:15:00 Michael Klepikov Google Web Performance Testing with WebDriver
00:15:00 Yvette Nameth, Brendan Dhein Google Continuous Maps Data Testing
00:15:00 Celal Ziftci, Vivek Ramavajjala University of California, San Diego Finding Culprits Automatically in Failing Builds – i.e. Who Broke the Build?
00:30:00 Break
00:45:00 Katerina Goseva-Popstojanova West Virginia University Empirical Investigation of Software Product Line Quality
00:30:00 Kostya Serebryany Google AddressSanitizer, ThreadSanitizer and MemorySanitizer — Dynamic Testing Tools for C++.
00:30:00 Claudio Criscione Google Drinking the Ocean – Finding XSS at Google Scale
00:05:00

Vou cancelar minha conta do facebook… quer saber o(s) motivo(s)?

Quem me conhece ou acompanha alguns dos meus posts vai ver que o Facebook para mim é uma questão meio complicada. Quem acompanha o BdB também já deve ter visto alguns posts meus reclamando a respeito do facebook. Se quiser entender melhor esse post você pode primeiramente ler esses outros aquiaqui e aqui. Caso não

67037_474539079272861_1104199120_nqueira ler os posts antigos, tudo bem, você pode começar a ler por aqui mesmo.

Nem todos vão concordar com meus argumentos
Queria começar esclarecendo que o que estou falando aqui reflete apenas a minha opiniao sobre o assunto. Entao todos os pontos de vista sao pessoais, e nao refletem a opinao do blog.  A grande maioria dos argumentos aqui são a respeito de como utilizar da melhor forma e também o motivo pelo qual você utiliza. Provavelmente, algumas pessoas vão odiar esse post, outras pessoas vão se identificar, e outras até vão parar de ler antes de chegar nesse ponto.

Queria também ressaltar que meu objetivo com este post nao é fazer com que você cancele sua conta do facebook, mas talvez que você reflita um pouco sobre sua utilizacao e sobre os pontos que vou falar :)

O facebook tem muitos pontos positivos…
e ponto final! Sei do poder como ferramenta de rede social que é, a quantidade de dinheiro que movimenta através de seus anúncios, etc. Sei que cada vez mais criamos grupos, e até disciplinas de faculdade e assuntos mais “sérios” sao tratados e discutidos dentro do facebook. Além disso como ferramenta de marketing e divulgacao ele é espetacular. O próprio blog (Bytes Don’t Bite) tem uma página no facebook para divulgacao dos posts, e vai continuar tendo, pois é um ótimo canal de comunicacao. Talvez até, o facebook seja o bode expiatório no meu caso. E o cancelamento da minha conta simplesmente uma atitude em direcao ao movimento de DESCONECTAR-SE! Mas vamos aos motivos do cancelamento.

1- Meu tempo é muito precioso, aliás, o seu também é…
Acredito que todos nós temos vontade de investir nosso tempo em coisas que regularmente não fazemos como indivíduos (como ler mais livros, fazer exercícios, aprender uma nova lingua, aprender uma nova tecnologia, estudar para um concurso, etc…), e também como coletividades que somos (dar mais tempo para seus pais, mais tempo para seus filhos, para seus irmãos, se importar com os outros, fazer mais favores, escutar as pessoas, conversar, etc…).

Tudo isso demanda tempo, mas só temos 24 horas no dia, e visitar alguém ou algo do tipo pode tomar muito tempo. Conversar com seus amigos, fazer uma ligacão, mandar um email,  toma muito tempo. No entanto, gastamos uma quantidade CONSIDERÁVEL de HORAS no facebook diariamente (é óbvio que isso não vale para todo mundo, mas tem uma quantidade absurda de pessoas que vão se identificar).

Eu decidi que: Quero dar mais tempo para minha família, meus amigos, para as pessoas e para meus projetos pessoais.

2- A mudança de valores que vem junto com uma “curtida do facebook”…
Sabe aquela sensação que tínhamos antigamente quando recebíamos uma carta? Era muito legal, você sabia que alguém (que provavelmente se importava o suficiente com você para isso) tinha gastado o tempo dela para escrever algo para você. Tudo bem que o email veio ao mundo,  e substituiu praticamente por completo essa situação descrita a pouco. Mas, ainda hoje, a sensação de receber um email (destinado a você somente) é algo muito precioso (pelo menos para mim) e ainda dá uma sensação de satisfação muito grande.

É muito bom quando comentam e curtem nossas fotos e status no facebook. É legal ver que muitas pessoas curtem, e muitas dessas pessoas realmente se importam com conosco, se preocupam conosco, e procuram fazer com que a relacao de amizade vá além de um curtir. No entanto, para muitas outras pessoas aquele curtir é um resumo da relacao que se tem, a “consideração” que muitos demostram uns ao outros, hoje é um simples CURTIR na sua foto/status.

Eu decidi que: Não vou demonstrar minha amizade e meu carinho por alguém utilizando um simples curtir. Quero fazer a diferença na vida de verdade, e não no facebook.

3- Fora do facebook vamos perder muita coisa que acontece no dia-a-dia…
Primeiramente queria dizer que não tenho NADA importante acontecendo no facebook.

Além disso, eu possuo telefone celular, telefone fixo, email, whatsapp, linkedin, instagram, twitter, foursquare, skype, facetime, blog, slideshare, pinterest, etc… Isso que significa que se alguém quiser verdadeiramente entrar em contato comigo, não é pelo fato de eu não ter facebook que essa pessoa não vai conseguir entrar em contato.

Caso alguma delas tome mais meu tempo do que eu gostaria eu simplesmente vou cancelar minha conta também, ou pensar em alternativas que minimizem o problema.

Eu decidi que: Tudo que tirar meu tempo e não trouxer benefícios muito claros para mim eu vou tirar da minha vida.

4- Roda de amigos, todos eles de olho no celular…stock-footage-two-female-friends-with-mobile-phone-in-bar-outdoors-camera-stabilizer-shot
É muito triste ver isso, mas a gente faz parte disso e faz isso sem sentir. As pessoas são os bens importantes que temos na vida, e ainda assim estamos ao lado delas (nossa familia, amigos, etc) e simplesmente abaixamos a cabeça para checar e responder as notificações do facebook (ou qualquer outra app) no celular a cada 10 minutos. Ou simplesmente trocamos uma conversa real, para responder conversas virtuais no celular. Por esse motivo eu já tenho desinstalado o facebook do meu celular a um bom tempo, e não me arrependo nem um pouco. Talvez outras apps, como whatsapp, também sejam o motivo de trocarmos conversas e relacoes reais por virtuais.

Eu decidi que: Quando estiver com pessoas, não quero que o celular tenha maior atenção que as próprias pessoas

5-O facebook amplifica o alcance das nossas opinioes e pensamentos… Boas ou ruins…
Neste ponto, eu vou  usar um texto que li em um blog da Luciana Honorata nesse link e achei muito bom, e reflete exatamente o que penso sobre esse ponto.

“Antigamente, quando não havia internet, “todo mundo” ficava sabendo das catástrofes. Os desastres naturais, os acidentes aéreos, a enchente não sei de onde, o assassinato de Daniela Perez, a morte de Ayrton Senna… Todo mundo chorava, lamentava, comentava e criticava. As pessoas tinham suas opiniões formadas, mas elas ficavam restritas ao seu círculo social. Vizinhos, família, colegas de trabalho. Caso tivessem um comentário infeliz a fazer, deixavam uma marca negativa em seis, sete pessoas, e quando muito, (sendo bem pessimista) 20 ou 30 desafortunados os ouviam, mas isso não causava um efeito tão devastador na imagem de um grupo quanto nos dias de hoje. 

A internet, entretanto, facilitou a comunicação de um modo que potencializou o poder de influência das pessoas. Sites, blogs e redes sociais massificaram a opinião, e agora todo mundo diz o que pensa quando quer e bem entende sobre qualquer coisa, não na mesa do restaurante, para um público que se pode contar nos dedos da mão, mas para milhares de indivíduos, simplesmente quando decide responder ao sr. Facebook ‘ O que você está pensando?’ ”

Como ela falou, sempre fomos desse jeito que somos agora,  a única diferenca é o alcance das nossas opinoes e comentários. Entre o pensamento e o teclado, acredito que exista uma distancia menor do que entre um pensamento e a boca. Agora temos “coragem” de escrever qualquer coisa no facebook. Coisa que nao teriamos “coragem” para dizer cara a cara com alguém, mas é tao fácil simplesmente escrever no facebook. É muito comum pessoas reclamando de TUDO, e “metendo o pau” em todo tipo assunto possível. É comum ver opinioes de pessoas que você nunca conhecia antes, e nao por nao terem tido contato suficiente, mas simplesmente porque o nível de “coragem” dessas pessoas ao publicar algo no facebook é muito alto. Diferentemente de uma conversa cara a cara.

Além disso,  a “coragem” aumenta pelo fato de nao precisarmos nos preocupar com o impacto de algo que falamos, quem nao gostou do que você falou que lhe bloqueie.

Eu decidi que: Quero evitar falar “besteiras” e “reclamacoes” para um público de milhares de pessoas sem me preocupar com o alcance real dessas palavras e com as consequencias disso. E nas redes sociais que ainda continuar participando quero ter cuidado com o que falo, e contar até 10 antes de compartilhar, postar, responder, rebater, curtir, etc.

7- E a privacidade?
Repare que eu ainda nao toquei no ponto da privacidade, que por sinal é muitíssimo discutido. Privacidade é algo que nao me preocupa muito pois ninguem é forcado a usar o facebook (ou qualquer outra rede social). Entao existe uma opcao simples para escapar dos problemas de privacidade do facebook: Parar de utilizar! Cancelar sua conta. Mas…. se você quiser utilizar e ainda assim manter um nível bom de privacidade você vai ter problemas sim, tenho certeza. Nao consigo pensar em nada na web que exponha tanto sua vida pessoal com o facebook. Se tiver algum outro servico ou app ou qualquer outra coisa que exponha tanto ou ainda mais que o facebook por favor me avisem.

6- Porque ainda daqui a 10 dias somente que vou cancelar minha conta no facebook?

O motivo disso é simplesmente porque pode ser que eu esteja errado, então se alguém me der motivos fortes o suficiente para não cancelar, eu posso até mudar de idéia. É importante salientar também que se eu julgar que por algum motivo o facebook é uma parte integral da minha vida que eu não posso viver sem ele eu simplesmente reativo minha conta (mas eu espero de verdade que isso não aconteça).

Os testes estão atrapalhando a qualidade?

No primeiro post de 2013 relacionado a testes, compartilho com vocês uma palestra que encontrei do James Whittaker na conferência StarWest (Software Testing Analysis and Review) 2011. Largamente conhecido por suas contribuições a nossa área, ele questiona de maneira forte qual o verdadeiro papel dos testes.

James aborda diversas questões, que nos levam a refletir a importância de cada uma de nossas tarefas, por exemplo:

- Como ganhar respeito para os testes?

- Os testes são apenas uma disciplina que apoia o desenvolvimento?

- Os softwares estão ficando melhores… Porquê?

- Os bugs que você encontra poderiam ser encontrados pelos usuários?

- A única coisa que se mantém atualizada é o código.

O vídeo tem 55 minutos, mas tenho certeza que é um tempo bem investido. Assista e avalie como você se sente em relação ao seu trabalho com testes e principalmente como você pode torná-lo melhor?

 

“A única coisa que importa é o produto”

                                                                                     James Whittaker

Pessoalmente, concordo com muita coisa dita por ele no vídeo. Se prestarmos bastante atenção, o tom forte utilizado é apenas para chocar e chamar a nossa atenção a um problema visível e que muitos preferem empurrar com a barriga. Cada vez mais precisamos entregar valor, e ficar gastando tempo com atividades que pouco beneficiam o desenvolvimento do produto é um erro grave, do mesmo modo que o tempo perdido com trabalho que poderia ser melhor executado por ferramentas.

Você concorda com o cenário geral descrito por Whittaker? Ele, inclusive, aponta que estávamos enganados e que, sim, usuários e desenvolvedores podem testar melhor que uma equipe de testadores.

Link do post falando das ferramentas que o google tornou open-source para testes, mencionado no vídeo :

 - Google Testing Blog

No início do vídeo James faz um rápido questionário com a platéia, adicionei as perguntas abaixo em português, compartilhe conosco sua resposta:

O que falta para implementação de Cidades Inteligentes no BR?

Cidade inteligente (CI) é um tema que está bastante em voga, tanto na mídia, como no mercado em geral. Por ser um tema muito abrangente, mas ao mesmo tempo específico para cada país, região, e/ou cidade; ainda não há um consenso a respeito da definição do termo Cidade Inteligente. Apesar disso, os envolvidos na temática convergem sobre o conceito, que basicamente associa as cidades ao crescimento inteligente, baseado em Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs).
city-and-wires É fato que hoje em dia as TICs são uma ferramenta valiosa para qualquer área desempenhar seu papel na sociedade. Em se tratando do contexto de CI, o emprego de TICs pode alavancar diversas melhorias significativas para os cidadãos, como por exemplo, melhoria da qualidade do ar, deslocamento mais eficiente, atendimento de saúde especializado, dentre outros.

No Brasil a IBM largou na frente. Inicialmente com um projeto no Rio (leia mais aqui e aqui) e agora foi a vez de Porto Alegre firmar parceria com a gigante para se tornar Smart (aqui).

Lá fora, diversas iniciativas, patrocinadas por alguns gigantes como (novamente) a IBM, McLaren, Microsoft, Telefonica/Vivo e Santander, já estão rodando a todo vapor. Como exemplos podemos citar os casos de SingapuraEspanha e Portugal. Nestes projetos a grande sacada foi entender que Cidade Inteligente é muito mais um problema social do que tecnológico.

Social no sentido de que é necessário envolver as pessoas, independente de renda e faixa etária, como parte da solução. Não adianta investir maciçamente em infraestrutura e sistemas e não pensar em técnicas de incentivo a participação da população, visto que as pessoas constituem o pilar que da liga na combinação de TICs + Cidades.

É preciso desenvolver soluções para que a sua tia que não sabe nada de tecnologia possa usufruir e contribuir com a brincadeira. Iniciativas como The Fun Theory devem ser pensadas e discutidas. Recentemente a dinâmica conhecida como “Piano Staircase” foi implantada em São Paulo em plena estação Osasco da CPTM.

Por outro lado, sabemos que diversas iniciativas que são sucesso mundo afora não emplacam no Brasil. Alguns dizem que é o “jeitinho brasileiro”, outros a falta de infraestrutura (como por exemplo, 3G, 3GMax, 4G…) e alguns aspectos culturais.

Dessa forma, caro leitor do BdB, gostaria de levantar a seguinte discussão: Qual a sacada para o Brasil? A mesma aplicada lá fora? Ou o problema é o “jeitinho brasileiro”? Ou então a falta de infraestrutura? Futebol? BBB? Ou alguma outra coisa?

Deixe seu comentário e vamos fazer deste blog um “smart blog”.

In-Car Connectivity – Carros Conectados à Internet

Screen shot 2012-12-20 at 11.47.10No Salão do Automóvel de Frankfurt de 2011, a Ford anunciou o Evos Concept Car. Dentre as inúmeras inovações propostas, uma que se destaca é a interação do carro com serviços disponíveis na nuvem, que pretende transformar a maneira que guiamos. A idéia geral é apresentada por Paul Mascarenas – Ford Chief Technical Officer and Vice President Research and Innovation -, e pode ser assistida no vídeo disponível nesse link. Muito marketing vem sendo feito sobre o Evos; em especial, o 2012 Sydney Motor Show deu grande destaque ao conceito de automotive cloud connectivity. No entanto, pouco se vê se concretizando. Mais informações sobre o Evos pode ser encontrada aqui.

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Quem parece que vai concretizar essa história de In-Car Connectivity é a Volvo e a Ericsson. No último dia 17/12/2012, a Ericsson anunciou uma parceria com a Volvo que promete conectar carros com serviços disponíveis na nuvem. O anúncio pode ser lido na íntegra aqui. Desde então, o assunto tem sido muito comentado; por exemplo, Volvo and Ericsson Partner for In-Car Connectivity, e Ericsson e Volvo Lançam Carro Conectado na Nuvem

Os números de 2012

Os duendes de estatísticas do WordPress.com prepararam um relatório para o ano de 2012 deste blog.

Aqui está um resumo:

4,329 films were submitted to the 2012 Cannes Film Festival. This blog had 32.000 views in 2012. If each view were a film, this blog would power 7 Film Festivals

Clique aqui para ver o relatório completo

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