O que estão falando sobre Testes de Software em Nova York?

Entre os dias 11 e 13 de Agosto aconteceu em Nova York a nona edição do CAST 2014(Conference of the Association of Software Testing). A conferência voltada inteiramente para a área de Testes de Software contou com a participação de diversos palestrantes discutindo e compartilhando informações e experiências referentes aos mais diversos tipos de problemas e práticas aplicadas na indústria.

Os vídeos das palestras já estão disponíveis no canal da associação no youtube. Na lista de palestras várias me parecem bem interessantes, particularmente, optei por começar pelo Keynote realizado pelo James Bach, autor de diversos livros na área, com tema Test Cases are Not Testing: Toward a Performance Culture. Apesar de não ser um tema novo, debater sobre como devemos usar os casos de teste ou mesmo se devemos usá-los, ainda é algo que rende muitas discussões. No vídeo, James faz diversas comparações bem interessantes e que reforçam o erro que é tratar testes de software como uma simples aplicação de passos de um caso de teste.

“We’ve got to stop thinking of testing as a thing and start thinking about testing as a performance, like an actor in a play, in order to get management to appreciate what we do.”

Divirtam-se!

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#TGIF – Realidade Aumentada em exemplos práticos

O TGIF de hoje compartilha com vocês mais um excelente vídeo do TED, abordando dessa vez Realidade aumentada, a apresentação de apenas alguns minutos demonstra de maneira prática como podemos nos beneficiar dessa tecnologia fabulosa.

Leia, também, outros artigos já publicados na série:A série – Thank God It’s Friday ou #TGIF – aborda sempre um conteúdo menos técnico, mas que ainda assim possa contribuir com o seu crescimento pessoal e profissional.

– Facebook = Inovação até na Infraestrutura

– Oversose de Informação

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Aprenda as funções do Scrum Master em 5 minutos

O Scrum é uma das metodologias ágeis mais utilizadas pelas empresas de TI, porém diversos pontos ainda geram dúvidas: Papéis, práticas, ferramentas, etc. Nesse contexto, cada equipe acaba realizando seus ajustes baseados na própria experiência e na natureza do projeto.

O Vídeo, abaixo, faz uma representação divertida do papel do Scrum Master na equipe. São apenas 5 minutos, que de maneira divertida traduzem os principais aspectos da atuação desse profissional.

As principais funções do Scrum Master destacadas pelo vídeo são:

– Assegurar a eficiência e comprometimento de todos ao Daily Meeting.

Evitar que o cliente interfira diretamente no trabalho da equipe durante a Sprint.

– Assegurar que a definição de “Pronto” esteja clara para toda a equipe. “Qualidade é chave!”.

Gerenciar o Quadro de Atividades do Scrum.

Remover impedimentos, permitindo a produtividade máxima da equipe.

Proteger e Liderar o time.

Consulte nossa seção de agilidade, e confira outros posts relacionados a Scrum.

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Os 7 princípios do teste de software

No post – Os bons testes falham – falamos sobre um dos princípios de teste definidos no livro “Fundamentos de testes de software”. Hoje, compartilho com vocês dois vídeos, bem curtos, que resumem os 7 princípios definidos no livro. Os mesmos servem como referência, principalmente para aqueles que estão iniciando na área de testes.

O primeiro vídeo, exibido acima, aborda os 4 primeiros princípios, são eles:

1 – Teste demonstra a presença de defeitos.

Os testes reduzem a probabilidade que erros desconhecidos permaneçam no sistema, mas mesmo que nenhum defeito seja encontrado isso não é prova de conformidade.

2 – Teste exaustivo é impossível.

Mesmo com auxílio da automação, o número de combinações possíveis de cenários de teste numa aplicação é gigantesco, inviabilizando a possibilidade de se afirmar que TUDO foi testado.

3 – Testes devem iniciar o quanto antes e erros encontrados tarde custam mais para corrigir.

Iniciando o mais cedo possível no ciclo de vida do desenvolvimento do software, diminuímos o custo das correções e possibilitamos que erros de design, requisitos e arquitetura sejam encontrados no momento ideal. (Link para vídeo que aborda o assunto)

4 – Agrupamento de defeitos 

80% dos defeitos são causados por 20% do código. Ao identificar essas áreas sensíveis, os testes podem prioriza-las, enquanto ainda procuram por erros nas demais regiões.

O segundo vídeo, exemplifica os princípios anteriores e apresenta os 3 últimos pontos:

5 -Paradoxo do Pesticida

Caso os mesmos testes sejam aplicados repetidamente, em determinado momento eles deixam de ser úteis, ou seja, não conseguem encontrar nenhum novo defeito. Por isso, os testes precisam ser revisitados com frequência.

6 – Teste é dependente do contexto

Diferentes tipos de aplicações exigem a aplicação de técnicas diferentes de teste.
7 – A ilusão da ausência de defeitos

De nada adianta o sistema estar correto funcionalmente, porém não atender a real  necessidade do usuário.

O Cliente

Entre todos os princípios listados, acredito que os números 3 e 7 representam os principais aspectos da nossa atividade. A busca constante por antecipar cada vez mais as possíveis falhas da aplicação e assegurar que o sistema entregue atenda as reais necessidades do cliente, agregando valor ao seu negócio.

E vocês que aspectos consideram mais importantes nos testes de software?

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#TGIF – iPads e o combate ao autismo

Há algum tempo atrás li algumas matérias a respeito da utilização do wii na recuperação de pacientes,  fazendo uma nova busca encontrei um vídeo, que mostra o mesmo sendo utilizado em hospitais. Esse tipo de notícia parece cada vez mais frequente,  apresentando tecnologias diferentes, sendo aplicadas nos mais diversos tratamentos.

O vídeo de hoje do #TGIF, mostra a utilização de aplicativos para iPad, como ferramenta de apoio na evolução de pessoas com autismo. Impossível não imaginar a quantidade de possibilidades, que ainda podemos desenvolver e o número de pessoas, que podem ser beneficiadas por equipamentos e aplicativos desse tipo.

Clique na imagem para assistir ao vídeo no youtube.

— Update —

Link para matéria do Jornal Hoje com tecnologia desenvolvida no CIN para auxilio em tratamentos de fisioterapia.

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A série – Thank God It’s Friday ou #TGIF – aborda sempre um conteúdo menos técnico, mas que ainda assim possa contribuir com o seu crescimento pessoal e profissional.

Leia, também, outros artigos já publicados na série:

– Criando Oportunidades

– Conceitos, protótipos e ficção científica – Os primeiros passos para evolução.

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#TGIF – Se os problemas de computador fossem reais

Chegou a sexta-feira e com ela mais um #TGIF para relaxarmos um pouco. No post de hoje trazemos um vídeo curtinho do youtube, que satiriza como seriam na vida real os problemas enfrentados frequentemente pelos usuários de computador.

A série – Thank God It’s Friday ou #TGIF – aborda sempre um conteúdo menos técnico, mas que ainda assim possa contribuir com o seu crescimento pessoal e profissional.

Leia, também, outros artigos já publicados na série:

– “Tudo” sobre o iPhone 5

– Conceitos, protótipos e ficção científica – Os primeiros passos para evolução.

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#TGIF – Por que você deve investir em UX

O #TGIF dessa semana apresenta uma animação, de apenas 5 minutos, criada pela Dra. Susan Weinschenk do Human Factors International.

O vídeo foca no retorno sobre o investimento (ROI) gerado pela área de usabilidade. Baseando-se inicialmente nos dados do artigo “Por que os softwares falham?” (Why software fails), como o fato de que 3 das 12 razões mais citadas para as falhas de um projeto estão diretamente relacionados com a experiência do usuário:

  1. Requisitos mal definidos
  2. Comunicação pobre entre clientes, desenvolvedores e usuários
  3. Política dos stakeholders

Medidas, como a taxa de abandono em websites, indicam que através de melhorias na usabilidade das aplicações é possível aumentar os ganhos proporcionados pela mesma.

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Leia, também, outros artigos já publicados na série:

– Desconecte-se para se conectar

– Você tem o poder de mudar o mundo!
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