Como capturar um screenshot no Selenium WebDriver

Capturar um screenshot é uma das ações frequentemente desejadas, quando automatizamos um teste com selenium.

A aplicação do screenshot, pode ser útil de diferentes maneiras, como provendo evidências de um problema encontrado ou servindo para análise e comparação do estado da interface, etc.

Abaixo, disponibilizo um exemplo, extremamente simples, utilizando o Selenium WebDriver com Java.

import java.io.File;
import java.io.IOException;
import java.util.Date;

import org.apache.commons.io.FileUtils;
import org.junit.AfterClass;
import org.junit.BeforeClass;
import org.junit.Test;
import org.openqa.selenium.OutputType;
import org.openqa.selenium.TakesScreenshot;
import org.openqa.selenium.WebDriver;
import org.openqa.selenium.firefox.FirefoxDriver;

public class SimpleScreenshot {
	private static WebDriver driver;

	/**
	 * Inicialização do driver do firefox
	 */
	@BeforeClass
	public static void beforeClass() {
		driver = new FirefoxDriver();

	}

	/**
	 * Navega para url do bytes don't bite
	 * Captura o Screenshot
	 */
	@Test
	public void testScreenshot() {
		driver.get("http://www.bytesdontbite.com");
		takeScreenshot("teste");
	}

	/**
	 * Método para capturar screenshot
	 * @param fileName - Nome do arquivo
	 */
	public static void takeScreenshot(String fileName){
		File scrFile = ((TakesScreenshot)driver).getScreenshotAs(OutputType.FILE);
		Date data = new Date();
	    try {
			FileUtils.copyFile(scrFile, new File("D:\\SeleniumScreenShots\\"+fileName+ data.getTime()+".jpeg"),true);
		} catch (IOException e) {
			e.printStackTrace();
		}
	}

	/**
	 * Encerra o driver
	 */
	@AfterClass
	public static void afterClass() {
		driver.quit();
	}

}

Como pudemos ver no código acima, a única coisa que precisamos fazer é implementar o método takesScreenshot, e utilizá-lo nos pontos em que julgarmos necessário. No exemplo, simplesmente iniciamos um FirefoxDriver e o nosso “teste” se resumiu a navegar para a url do bytes don’t bite e em seguida chamar a captura do screenshot.
Ainda não conhece o Selenium?
Uma das mais utilizadas ferramentas para automação de testes em aplicações web. Permite interagir com o navegador e simular as operações comumente encontradas nas páginas web.

Deseja conhecer mais sobre o Selenium?

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Inscrições abertas

O curso de Automação de Testes Para Web com Selenium está disponível na modalidade de Ensino à distância. Contaremos com um material de vídeo-aulas, apostilas e exercícios, além do acompanhamento de um professor/tutor.

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Aumentando a Velocidade da Execução dos Testes com Selenium

Quando falamos de automação de testes um dos principais benefícios citados é a possibilidade de obtermos a execução de um ciclo completo de execução num espaço de tempo bem inferior aos testes manuais. No entanto, quando começamos a nos aprofundar no assunto vemos que existem diversas práticas que podem ser utilizadas na codificação dos testes para permitir uma eficiência ainda maior.

Uma das possibilidades para o aumento da velocidade de execução é a utilização dos Headless Browsers, tema que inclusive foi abordado pelo Elias Nogueira, do excelente blog Sem Bugs, em sua apresentação sobre CasperJS. Resumindo numa única frase o Headless Browser é um navegador sem a interface gráfica.

Estudando sobre o assunto vi que já existe uma implementação do WebDriver para Selenium, que utiliza o PhantomJS e de maneira bem simples permite que possamos nos beneficiar da utilização de um headless browser. O projeto chamado Ghost Driver funciona perfeitamente e sua integração ao seu projeto é extremamente fácil utilizando o Maven.

Para adicioná-lo ao seu projeto basta seguir as orientações do projeto no github e se ainda tiver dúvidas basta seguir as orientações do post no blog Assert Selenium do Manoj Kumar. Além disso, a excelente apresentação abaixo, realizada pelo Ivan de Marino, um dos responsáveis pelo projeto, resume bem os benefícios da utilização e as orientações básicas.

 

Fiz um teste rápido num dos meus projetos e o ganho de velocidade foi significativo, como exemplificado pela imagem abaixo:

Comparação

Ainda não conhece o Selenium? Em outubro estarei ministrando um curso presencial no CESAR.EDU, onde abordaremos os conceitos básicos para utilização do Selenium WebDriver apoiado por diversas práticas em sala, segue o link para mais informações:

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A primeira impressão é a que fica ?

Em nosso dia-a-dia, frequentemente, entramos em contato com pessoas e empresas, que até então não conhecíamos. Nesse instante, automaticamente, registramos nossas primeiras impressões sobre as características e comportamentos do outro. Impressões essas, que com o passar do tempo poderão se mostrar verdadeiras ou não, porém, definitivamente, influenciam na maneira como agimos e interagimos.

Nos tempos atuais podemos fazer uma análise parecida da relação das pessoas com os softwares, desde os aplicativos e jogos, que instalamos em nossos dispositivos móveis aos sistemas complexos que utilizamos em nosso ambiente profissional.

Essa primeira impressão de clientes e consumidores em relação a um software pode ser afetada por diversos fatores, entre eles:

– Interface gráfica

– Facilidade de Uso

– Performance (lentidão)

– Falhas (bugs)

No entanto, ao contrário das pessoas, primeiras impressões ruins de um software dificilmente são revertidas, isto acontece porque é muito fácil para o usuário, simplesmente, buscar por outro sistema, que apresente o mesmo serviço, porém com um nível de qualidade satisfatório. Principalmente, no ambiente web e nos dispositivos móveis, onde essa troca é ainda mais simples e menos custosa.

E o que podemos fazer para que nosso software não cause uma má impressão?

Acredito que o aspecto central é conhecermos bem as reais necessidades dos nossos clientes, identificar os aspectos fundamentais tanto do ponto de vista funcional como não-funcional e, definitivamente, nunca relegar a segundo plano a qualidade, afinal há cada vez menos espaço e tolerância com sistemas defeituosos e pouco confiáveis.

Link Adicional – The power of a first Impression

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BdB Recomenda – Data Generator

BdB Recomenda – É a mais nova seção do blog, que tem como objetivo apresentar sugestões de aplicativos, ferramentas, livros, jogos, cursos, palestras, eventos, etc. que possam contribuir com as suas tarefas diárias ou apenas com boas dicas para seu tempo livre.

Frequentemente encontramos nos projetos que participamos cenários em que precisamos simular grandes volumes de informações na base de dados.

Diversas são as alternativas para solucionar o problema: podemos realizar manualmente a operação desejada diversas vezes ou criar um arquivo de comandos SQL no editor de texto e executar o mesmo na base de dados ou ainda partirmos para a utilização de ferramentas que possam nos auxiliar na tarefa.

O Data Generator, trata-se de uma ferramenta web, que recomendo, devido a sua simplicidade e capacidade de resolver o nosso problema rapidamente, além de se tratar de um projeto open source. Através da mesma podemos gerar dados em diversos formatos: XLS, HTML, XML, CSV e principalmente SQL.

Data Generator Screenshot

De uma maneira extremamente simples podemos utilizar dados: variáveis ou fixos; pré-carregados na ferramenta ou customizados. A figura abaixo, exibe como para cada coluna de um tabela podemos facilmente definir diferentes tipos de dados de acordo com a natureza do campo.

Customizando Dados no Data Generator

O melhor de tudo é que você pode testar a ferramenta sem precisar instalar nada, pois na página do projeto existe uma versão disponível para testes.

Caso você se interesse em continuar usando a aplicação, recomendamos a instalação na sua própria máquina, pois a versão demo possui a limitação de gerar no máximo 200 registros. Mas, não se preocupe, a instalação é extremamente simples, possui apenas 5 passos. E caso ainda tenha dificuldades, encontrei no youtube um vídeo do processo de instalação feito pelo Elias Nogueira do blog SemBugs.

Para mais detalhes na utilização da ferramenta, existe ainda um artigo, que publiquei na revista Testing Experience, com informações mais detalhadas sobre a utilização do Data Generator.

E vocês recomendam outras ferramentas para popular base de dados?

Como Automatizar Testes de aplicações Android – Parte 2

Olá pessoal.  Estou de volta para dar continuidade a meu último post sobre automação de testes para aplicações Android e neste post vou detalhar como implementei a nossa calculadora fajuta do Bdb para que possamos entender os conceitos básicos de Android e depois conseguirmos automatizar o testes para esta plataforma.

Primeiramente, como falei no post anterior temos que alinhar o ambiente de desenvolvimento que estamos usando. No meu caso eu uso o Eclipse Classic 3.6.2  instalei o plugin ADT. Para mais detalhes de como configurar seu ambiente, veja aqui.

Como todo começo de projeto, vamos no menu principal do eclipse: File->New->Other… e la na janela wizard temos a opção Android Project que nos leva a seguinte tela que devemos colocar o nome do projeto (Calculadora). Depois de colocar o nome do projeto e clicarmos em Next, vamos para a tela que devemos selecionar o Build Target. Como todos devem saber o Android já evoluiu bastante desde do seu surgimento no mercado  com a versão 1.5 mais conhecida como Cupcake até o mais recente e famosa versão 4.o ou Ice Cream Sandwich que promete integrar todo o ecosistema entre smartphones e tablets, mas isso não vem ao caso aqui. No caso da nossa calculadora, ela foi implementada para a versão 2.3.1 (API Level 9)  e é o que eu recomendo para que todos usem no momento para que possamos ter um alinhamento das atividades aqui no post.

Depois que escolhermos o Build Target, vamos para a seguinte tela na qual definimos o nome do pacote no qual nossa activity principal ficará disponível  e também já vamos ter uma sugestão do nome da activity principal que é o nome do projeto + a palavra Activity no final. Nesta última tela você verá também a opção de criar um projeto de teste para este projeto que você esta criando no momento, mas vamos deixar esta opção desmarcada e no próximo post vou mostrar como criamos um projeto de teste para esta aplicação.

Assim que o  nome do projeto, o Build Target, nome do pacote e o nome da activity principal são definidos, o projeto Calculadora vai ser criado com a seguinte estrutura:

Nosso primeiro passo vai ser no arquivo main.xml dentro de res/layout que é o arquivo responsável pela interface visual da activity que vamos implementar. No Android a estrutura da aplicação é dividida em algumas camadas e a camada de interface com o usuário é mais comumente definida no xml. O primeiro passo é selecionar o layout que vamos trabalhar na nossa aplicação, no nosso projeto a layout definido não vai fazer muita diferença, portando fica de livre escolha de vocês qual usar, no nosso código, definimos o relative layout. Para mais detalhe de cada layout suportando no Android, leiam aqui. No nosso projeto de calculadora vamos trabalhar com duas activities e dois xml de layout o primeiro xml (main.xml) temos um TextView (Nome da aplicação),  dois editText (Campos para usuario digitar os operandos) e 4 buttons (um botão para cada operador básico). O segundo xml (result.xml) de layout temos apenas um textView que é para exibir o resultado da operação selecionada pelo usuário na tela anterior.Obviamente poderíamos exibir o resultado na mesma tela mas fizemos dessa forma com um próposito que veremos no próximo post quando formos falar das 2 maneiras de automatizar os testes dessa calculadora.

Para ver como ficou os arquivos xml  e também os arquivos .java que vou explicar nos parágrafos seguintes, baixe o código da nossa aplicação neste link .

Depois de definido o layout vamos para a implementação em si. Primeiramente, vamos ao básico e criamos uma classe chamada Operators.java com todos os métodos de cada operação básica da nossa calculadora, esta classe será instanciada pela activity principal e seus métodos serão chamados de acordo com os eventos que a nossa activity principal tratar.

Na primeira activity, que é a nossa activity principal (CalculadoraActivity.java) definimos qual layout vamos usar (main.xml) e definimos também alguns atributos que vamos utilizar para pegar as instancias dos Views (componentes visuais, Ex: Buttons) que definimos no main.xml e no qual vamos tratar os eventos que serão gerados pelos usuários ao interagir com estes views,  como por exemplo o clique no botão (OnClick). A nossa segunda activity (ResultActivity.java) é a tela que simplesmente pega o resultado “empacotado” pela primeira activity e exibe no textview que esta definida pelo layout result.xml.

Um último detalhe e não menos importante é o arquivo strings.xml que fica dentro da pasta res/values. Nesse arquivo definimos algumas “variáveis” no qual podemos ter acesso de várias parte do cógido, como nos arquivos de layout, no código das activities, etc…
No nosso caso definimos o o valores para todos os views utilizados pela aplicação, como por exemplo o nome na aplicação que é definido no arquivo mais.xml para o TextView esta setado no arquivo strings.xml como app_name e seu respectivo valor é Calculadora.

Após todo esse trabalho a nossa calculadora fajuta do Bdb vai ficar com essa cara como na imagem aqui abaixo:

Bem, por enquanto já temos o suficiente para nos divertimos um pouco durante a semana e no nosso próximo post eu vou finalmente revelar como podemos fazer alguns testes automáticos para esta nossa calculadora fajuta. Aproveitem o restante da semana para por em prática os conceitos básicos  passados aqui e brinquem de alterar o código para entender um pouco mais como a coisa toda funciona. Uma ótima semana para todos e até o próximo post.

Como Automatizar Testes de aplicações Android – Parte 1 (O desafio)

Olá pessoal,  este ano vou começar com uma pequena série de posts e um pouco DIFERENTE dos posts habituais para falar mais uma vez de teste na prática. Obviamente para ser diferente eu vou deixar este primeiro post um desafio para todos assim como eu tive um desafio no final do ano passado para  preparar e ministrar uma disciplina de teste de software para uma turma de desenvolvedores que estava participando de um curso de desenvolvimento para Android. Preocupado em deixar as aulas de teste mais interessantes,  eu arrisquei adaptar meu material para algo que fosse bastante prático e relevante para essa turma e por isso dei uma estudada no Android e como desenvolver aplicações e criar testes automáticos para o mesmo e acabei descobrindo algumas coisas que o SDK disponibiliza que gostaria de compartilhar com vocês.

Antes de começarmos a desenvolver testes para o Android, preciso passar  algumas informações relevantes para que todos possam conseguir ter um entendimento completo de como automatizar alguns testes para aplicações em Android e também consigam completar o desafio que deixarei neste post.

Para podermos automatizar testes para aplicações Android, precisamos entender alguns de seus componentes básicos, que são: Activities, Services, Content Providers e Broadcast Receivers.

Activities – Uma activity é um dos componentes do Android mais usados nas aplicações pois ele é que  fornece uma tela com a qual os usuários podem interagir. Por exemplo dicar um número de telefone, escrever uma sms, ou visualizar um mapa. Para cada activity é dada uma “janela” na qual “desenhamos” uma  interface de usuário. As “janelas” normalmente preenche toda a tela, mas também podem ser menores do que a tela e flutuar em cima de outras “janelas”.

Services – São componentes de aplicação que podem executar operações de longa duração em segundo plano, portanto não fornecem uma interface de usuário. Um serviço pode ser iniciado por uma aplicação e ele continuará a ser executado em segundo plano, mesmo se o usuário trocar para outra aplicação.

Content Providers – Como o nome já explica, Content Providers é componente responsável por armazenar e recuperar os dados e torna-los acessível para todas as aplicações, ou seja são os provedores de conteúdo. A única forma de compartilhar dados entre aplicações no Android é através de content providers, pois não existe área de armazenamento comum que todos os pacotes Android podem acessar.

Broadcast Receivers – É um componente que responde a anúncios de todo o sistema de broadcast. Muitos brodcast provenientes do sistema, como um broadcast anunciando que a bateria está fraca ou uma sms foi recebida. As aplicações também podem iniciar os broadcast, por exemplo, para permitir que outras aplicações saibam que alguns dados foram disponibilizados para eles usarem. Os broadcast receivers também não possuem interface de usuário, mas eles podem criar uma notificação de barra de status para alertar o usuário quando um evento de broadcast ocorreu.

Bem , depois desta uma breve introdução, vamos por a mão na massa e desenvolver uma calculadora bem simples para que depois possamos automatizar alguns testes para essa aplicação. Quem quiser se aprofundar um pouco mais sobre como desenvolver aplicações para Android pode dar uma olhada neste site para desenvolvedor da Google.
Essa calculadora que desenvolvi possui algumas restrições para cada uma das operações básicas (somar, subtrair, multiplicar e dividir) com o objetivo de exemplificar o uso de algumas técnicas de criação de teste para os alunos da turma e essas técnicas de criação de testes não vem ao caso neste post nem nos seguintes que virão, o nosso objetivo aqui é explicar como desenvolver e automatizar testes para aplicações Android. Outro fator relevante que devo deixar claro é que eu utilizei o eclipse com o plugin ADT para desenvolver meu projeto em Android. Para saber como configurar seu ambiente, veja aqui.
Após configurar o ambiente vamos ao nosso desafio:
Vou deixar alguns requisitos básicos da nossa calculadora para que você possam tentar desenvolver e no próximos post  disponibilizarei o nosso código e explicarei passo a passo como o desenvolvi.  Logo abaixo segue os requisitos da aplicação que vamos automatizar os testes mais na frente:

Nome: Aplicativo Calculadora Fajuta 

[REQ001] Tela principal deve possuir dois campos (EditTexts) para inserir valores e um botão (Button) de cada  funcionalidade da calculadora, que são:
– SOMAR
– SUBTRAIR
– MULTIPLICAR
– DIVIDIR

[REQ002] A operação SOMAR  só efetua soma de números entre 0 e 10, pois a calculadora é fajuta. O resultado deve ser mostrado em um texto (TextView) no canto inferior da tela.

[REQ003] A operação SUBTRAIR é um pouco mais evoluída e consegue efetuar a subtração de números entre 0 e 50. O resultado deve ser mostrado em um texto no canto inferior da tela e caso seja um resultado negativo, o mesmo deve estar na cor vermelha.

[REQ004]  A operação MULTIPLICAR  deve multiplicar  apenas números pares.

[REQ005] A operação DIVIDIR, da mesma forma da operação Somar, só efetua a divisão de números entre 0 e 10.

E claro que qualquer dúvida por mais simples que seja, podem comentar aqui neste post e terei o prazer de responder o mais rápido possível. Para os mais tímidos, podem me mandar um email que tem no meu perfil aqui do Bdb.  Boa sorte a todos !!! 🙂