Entendendo os testes de performance

Todos já enfrentamos diferentes problemas de performance ao acessar nossos serviços favoritos na web. Lentidão e até mesmo indisponibilidade por longos períodos são problemas que ainda afetam a maioria das aplicações web.

Desse modo, podemos apontar que a Performance é um requisito não-funcional CHAVE para as aplicações web. E menosprezá-la pode causar grandes consequências.

Podemos definir os testes de performance, como:

Através dos testes de performance podemos simular o ambiente de produção, que a aplicação será submetida e avaliar como a mesma irá se comportar.

Lembrando que….

…de forma, que através da correta execução dos testes de performance, em conjunto com um monitoramento eficiente, podemos submeter diversos pontos da aplicação aos níveis de carga esperados e avaliar o seu comportamento.

No contexto das aplicações web: “Se um usuário tem de esperar muito (para acesso, processamento do lado do servidor, para formatação ou exibição do lado do cliente), ele ou ela pode decidir ir para outro lugar.” (Pressman, 2005)

Logo, desprezar esse requisito não-funcional pode gerar perdas irrecuperáveis para um negócio.

Do ponto de vista conceitual, fala-se sempre em três tipos de teste:

Performance: Avalia se a aplicação em teste atinge os requisitos em relação a questões como: tempo de resposta, throughput e utilização sob um nível de carga esperado.

Carga: Submete a aplicação a diferentes níveis de carga, com o objetivo de identificar a capacidade máxima de operação, além de gargalos, memory leaks, etc…

Stress: Avalia a robustez, disponibilidade e confiabilidade da aplicação em condições extremas (cargas muito elevadas, escassez de recursos)

Os três são comumente confundidos, porém como descrito cada um tem sem objetivo específico e a correta utilização dos mesmos durante o desenvolvimento poderá proporcionar um nível completo de informações sobre o comportamento da aplicação.

Por fim, é importante enfatizarmos que: “Caso não sejam executados da maneira correta, os resultados são, na melhor das hipóteses, inúteis e, na pior das hipóteses, enganosos, fazendo com que uma empresa menospreze ou superestime a capacidade de sua aplicação.” (Savoia, 2000)

Logo, é fundamental que, desde o início do ciclo de vida da aplicação, o RNF relacionado a performance seja priorizado, para que todo um ambiente de testes seja preparado de maneira adequada para simular o ambiente de produção e desse modo auxiliar o desenvolvimento a atingir o nível de qualidade desejado.

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Em breve, voltaremos ao assunto falando do Apache JMeter.

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