BdB Recomenda – Custo de vida

Hoje o BdB Recomenda irá falar de uma ideia simples que acabou se transformando em um site muito útil, este é o custodevida.com.br, criado pelo mineiro Lucas Franco. Quem nunca teve que viajar a negócios, a lazer ou até mesmo está interessado em se mudar para cidade e quer conhecer um pouco sobre os preços e custo de vida da cidade?

É claro que é do interesse de todos saber os preços de todas as categorias possíveis, como preços de aluguel, cinema, supermercado, aquele chocolate do mercadinho da esquina ou até mesmo a cerveja da sexta-feira.

O Custo de vida é um site colaborativo onde os usuários podem contribuir informando os preços encontrados dentro de sua rotina como restaurante, aluguel, combustível, etc. A ferramenta faz uma média dos valores dos produtos de que os usuários informaram e cria uma estimativa de preço de cada item. Além disso o site mostra um índice para cada cidade, para combinar mais facilmente o custo de vida entre duas cidades.

Vale a pena dar uma olhada e também colaborar, pois para quem está visualizando preços, uma cidade com um grande número de colaboradores, faz com que as estimativas de custo de vida tendem a ser mais exatas. Hoje o custo de vida possui colaboração de mais de 4000 mil pessoas e 650 cidades cadastradas.

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A Educação está mudando…

Um estudo recente comparou duas versões de um curso de introdução a estatística, um ensinado (face to face) por professores e uma maioria ensinou online com apenas uma hora por semana de tempo face to face. Os pesquisadores descobriram que os alunos se saíram igualmente bem em ambos os formatos. A única diferença era que o grupo online aprendeu mais rápido que o ensino convencional.

Nos EUA, diversas universidades renomadas estão indo para este lado. O MIT (Massachusetts Institute of Technology), além de disponibilizar cursos de graça em seu site e uma plataforma para cursos online, chamada MITx, também tem parcerias de peso no lançamento de novas ferramentas, como o edX, em parceria com Harward. Por sua vez, Harward também dosponibiliza diversos cursos online em seu site. CMU (Carnegie Mellon University) também não fica para trás. Nem tampouco a Stanford University, disponibilizando cursos no iTunes. Adicionalmente, uma plataforma que integra 4 universidades do US (incluindo Stanford) tem feito bastante sucesso. Paralelamente, diversas startups estão sendo lançadas nesse segmento buscando esta oportunidade de mercado.

Dia desses abri um bate-papo destes com os alunos da UFSCar – Sorocaba. Interessante que diversos alunos já vem participando de cursos online como forma de complementar sua formação. Mesmo aqueles que tem dificuldade em matérias face to face tem procurado cursos na web para lhes auxiliar no processo de aprendizagem. Ou seja, o ensino/universidade está mudando rapidamente e como diria Jonathan Quinn, em 1997, “Universities won’t survive. The future is outside the traditional campus, outside the traditional classroom. Distance learning is coming on fast.” Finalizo o post com uma pergunta de outro post de um grande pensador, Silvio Meira: E a Universidade, já era?

 

#TGIF – Facebook = Inovação (até na Infraestrutura)

 

O Facebook cresce a cada dia, expandindo seu alcance na vida dos usuários. A empresa, que é exemplo de inovação em diversos seguimentos, nos mostra nesse vídeo, como alguns simples procedimentos internos podem ser reorganizados de maneira a diminuir os custos e facilitar a vida dos colaboradores.

Para ver mais fotos do ambiente de trabalho no facebook, clique aqui.

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BdB Recomenda – Photaf Panorama

Hoje o BdB Recomenda vai abordar um aplicativo para celular, mais especificamente Android com uma funcionalidade, no minimo, sensacional. O Photaf panorama é um aplicativo para tirar fotos, contudo, ele possui a inteligencia de criar fotos panorâmicas, isto é, fotos de até 360º. Entretanto, não existe mágica, por processamento de imagem, ele analisa e te ajuda a tirar fotos seguidas de forma alinhada, tanto vertical quanto horizontalmente.

Ao fim de todo processo, depois de todas as fotos tiradas, basta apertar o botão “Finish” e ele irá fazer a união das fotos, formando a imagem panorâmica.

Ele também possui algumas outras funcionalidades, tais como compartilhar as suas fotos com seus amigos no facebook, ferramentas de zoom na imagem do panorama, converter seu panorama para um papel de parede. Além disso seu panorama pode aparecer no site oficial do aplicativo, onde existe uma galeria com as fotos dos usuários dos quatro cantos do mundo. Para os usuários Android, esse aplicativo não pode faltar nos passeios e viagens!

#Vagas – Stefanini – Desenvolvimento de Software

 É com prazer que o BdB  continua  a parceria com a área  de Talent Acquisition (que é a área responsável por recrutamento e seleção) da Stefanini. Lembrando sempre que as vagas e oportunidades que forem surgindo vão ser divulgadas aqui no BdB para que você possa aproveitar e se candidatar (caso interesse).

Interessados enviar currículo para talentosrs@stefanini.com especificando no campo “assunto” com o código da vaga.

Analista De Sistemas JR(Cod. 011)
Requisitos: experiência com criação de requisitos de sistemas a partir de requisitos de negócios. Inglês Fluente.
Remuneração: de acordo com o perfil profissional
Vagas: 1
Local de trabalho: Porto Alegre/RS

Desenvolvedor Java JR/PL(cod. 002)
Requisitos: Experiência em desenvolvimento Java. Bons conhecimentos em PL / SQL, design e padrões de projetos. Desejável conhecimentos em weblogic, webservices, Soa e certificação. Inglês minimo intermediário(fala, leitura, escrita).
Atividades: Para trabalhar com manutenção, melhorias (novas aplicações ou migração de tecnologia) e desenvolvimento de sistemas em Java em projetos internacionais, compostos por times distribuídos geralmente no Brasil, Estados Unidos, Índia, Malásia, Japão, Rússia e outros.
Remuneração: de acordo com o perfil profissional
Vagas: 1
Local de trabalho: Porto Alegre/RS

Project Manager Júnior (cod. 024)
Requisitos: Experiência com liderança de equipes, distribuição e controle de tarefas, conhecimento da ferramenta MS Project. Inglês Fluente.
Atividades: Atuar em projetos internacionais (times globais).
Remuneração: de acordo com o perfil profissional
Vagas: 1
Local de trabalho: Porto Alegre/RS

Wireframes como processos e não artefatos

Quando se trabalha construindo a experiência do usuário muito se fala de fazer wireframes. Eles, os wireframes, são os artefatos mais gerados por esse perfil de profissionais e é em boa parte aquilo que serve de guia para o desenvolvimento de aplicações e produtos. Entretanto, o que acontece é que muitas pessoas têm uma definição errada do que são os wireframes e como podemos utilizá-los.

Para mim, os wireframes atuam como uma forma de “dispositivo de pensamento” para a definição e exploração de um determinado problema. Para entender a utilidade dos wireframes é importante compreender a natureza do projeto. Eu uso os meus esboços e wireframes como meios para fazer movimentos exploratórios e avaliar as conseqüências desses movimentos.

Eu acho que é bastante comum para quem trabalha com experiência do usuário utilizar os wireframes para exibir o design como resolução de problemas. Para mim, o design através do uso de wireframes é uma busca em um espaço do problema de alternativas, é um processo de definição de problema, tanto quanto é um processo de resolução de problemas.

O processo de design poderia ser melhor descrito como passar de uma fase de divergência, por uma fase de transformação, para uma fase de convergência. Ao longo de cada fase, wireframes são apresentadas às partes interessadas para crítica e conversação.

Durante a fase divergente, as limitações e as possibilidades de situação de projeto são exploradas. Grande parte desta fase consiste em reunir informações e tentar entender e formular o problema de projeto e muitas vezes são informados pelos primeiros modelos conceituais que esbocei. Ao gerar um número de wireframes, posso explorar alternativas. Todas as ideias impossíveis e concebível são apresentados, testados e em muitos casos, atiradas para longe. Normalmente as visões iniciais são formadas durante esta fase.

Primeiros esboços do que virá a ser um wireframe
Primeiros esboços do que virá a ser um wireframe

Na fase de transformação, diminuímos o número de alternativas. Começamos a jogar fora idéias realmente ruins que eu poderia ter imaginado no início. É normalmente nesse ponto que eu volto e leio o documento de requisitos e tentar entender o ecossistema completo das necessidades dos stakeholders e de negócios, e tratar aqueles que estão no contexto do meu principal objetivo do projeto: uma solução elegante para a atividade principal do meu público-alvo.

É também neste momento que eu começo a lidar com as necessidades dos concorrentes. Também nesse momento começamos a envolver as partes interessadas, mas também trazer o designer gráfico, o líder de desenvolvimento, e o engenheiro de qualidade para que eles possam contribuir com o processo e dar mais idéias além de apontar falhas e limitações.

Versões posteriores de um wireframe
Versões posteriores de um wireframe

Finalmente, eu como designer, eu tenho que tomar a decisão de implementar o projeto em uma especificação. Durante a fase de “convergência”, eu crio dois ou três candidatos para consideração final. Eu uso anotações para embasar os wireframes durante os testes com partes interessadas e engenheiros de testes.

Resumidamente, enquanto wireframes são um produto bastante comum usado por profissionais de experiência do usuário para se comunicar design, é importante entendê-los, tanto quanto um processo de design como o resultado final, cada um com objetivos específicos. Ao classificarmos um wireframe como um processo em vez de um artefato, acredito que descobrimos que temos a oportunidade criar excelentes experiências para o usuário.

Existem também ferramentas específicas para a construção de wireframes mas essa é uma história a ser abordada em um outro post. 🙂

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#TGIF O fenômeno Diablo III

Pois é pessoal, e o #TGIF dessa semana vai abordar um dos mais esperados lançamentos dos últimos tempos, o lorde das trevas Diablo. O jogo chega a sua terceira versão e alguns já conseguiram terminar em poucas horas.

O jogo chega após anos de espera por parte dos jogadores mais ávidos e divide opiniões mesmo entre os fãs. Com um gameplay semelhante ao ao último jogo da série, o jogo traz algumas pequenas mudanças no que diz respeito as habilidades (skills) e formato que por muitas vezes lembra World of Warcraft. Uma menção à qualidade visual do jogo com efeitos bem interessantes e a trilha sonora que mais uma vez consegue trazer o jogador para o universo de Diablo. Como pontos a melhorar, o sistema de só poder jogar conectado aliado à atual deficiência de estrutura da Blizzard pode deixar alguns jogadores um pouco frustrados.

Uma coisa interessante para quem lembra do Cow Level do Diablo II é que temos também um nível escondido no Diablo III, o Whimsyshire. Para chegar até ele você precisará de:

Black Mushroom – aparece aleatoriamente no nível Cathedral, Act 1.
Shinbone – aparece aleatoriamente na lareira em Leoric’s Manor, Act 1.
Liquid Rainbow – aparece aleatoriamente na Mysterious Cave, na Mysterious Chest, em Oasis, Act 2. Salve o velho e ele abrirá o baú pra você.
Wirsts Bell – Vendido por mercadores na cidade, Act 2.
Gibbering Gemstone – cai aleatoriamente de Chiltara em Caverns of Frost, Act 3. Está na área de luta em Ballistae. Se você sair por Ice Caverns, terá que tentar de novo. A criatura aparece aleatoriamente.
Plans – cai aleatoriamente de Izual, Act 4

E você, já conseguiu terminar o jogo? E qual sua opinião sobre ele?

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