Pensamentos sobre a aquisição da Motorola pela Lenovo

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Para aqueles que ainda estão assimilando essa aquisição, se pensarmos bem, essa aquisição da Lenovo faz muito mais sentido do que a aquisicao da Nokia (comprada pela microsoft ano passado).

 Motorola mobility é uma empresa em ressurgimento[ou ressurgida] (depois de apostar pesado no android, fato esse que fez o google comprar em primeiro lugar). Enquanto a nokia, é uma empresa afundando (ou seria melhor dizer afundada? Mas também dá pra entender a sua aquisicao pela Microsoft, uma vez que a MS precisava de alguem pra usar o windows phone como plataforma principal, e só uma empresa “afundada” iria topar :P)
A moral da história é que quem quer entrar pesado pra competir com apple e samsung nao tem muita escolha, e a motorola podia ser considerada uma escolha clara ao meu ver. (ninguem vai apostar na tb afundada blackberry,  ou HTC, etc, etc… )
E o que você acha? Faz sentido pra você essa aquisição?
O mercado android x iOS x Windows Phone continua quente e tende a esquentar mais ainda!

Estatisticas do BdB no ano de 2013 (Antes tarde do que nunca :P)

Se você está curioso por algumas estatisticas sobre o ano de 2013, aqui está, basta clicar na figura abaixo e seguir o link ;)

Estatisticas do BdB no ano de 2013 (Antes tarde do que nunca :P)

Pedacinho de texto das estatisticas:

The concert hall at the Sydney Opera House holds 2,700 people. This blog was viewed about 22,000 times in 2013. If it were a concert at Sydney Opera House, it would take about 8 sold-out performances for that many people to see it.

Click here to see the complete report.

O que falta para implementação de Cidades Inteligentes no BR?

Cidade inteligente (CI) é um tema que está bastante em voga, tanto na mídia, como no mercado em geral. Por ser um tema muito abrangente, mas ao mesmo tempo específico para cada país, região, e/ou cidade; ainda não há um consenso a respeito da definição do termo Cidade Inteligente. Apesar disso, os envolvidos na temática convergem sobre o conceito, que basicamente associa as cidades ao crescimento inteligente, baseado em Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs).
city-and-wires É fato que hoje em dia as TICs são uma ferramenta valiosa para qualquer área desempenhar seu papel na sociedade. Em se tratando do contexto de CI, o emprego de TICs pode alavancar diversas melhorias significativas para os cidadãos, como por exemplo, melhoria da qualidade do ar, deslocamento mais eficiente, atendimento de saúde especializado, dentre outros.

No Brasil a IBM largou na frente. Inicialmente com um projeto no Rio (leia mais aqui e aqui) e agora foi a vez de Porto Alegre firmar parceria com a gigante para se tornar Smart (aqui).

Lá fora, diversas iniciativas, patrocinadas por alguns gigantes como (novamente) a IBM, McLaren, Microsoft, Telefonica/Vivo e Santander, já estão rodando a todo vapor. Como exemplos podemos citar os casos de SingapuraEspanha e Portugal. Nestes projetos a grande sacada foi entender que Cidade Inteligente é muito mais um problema social do que tecnológico.

Social no sentido de que é necessário envolver as pessoas, independente de renda e faixa etária, como parte da solução. Não adianta investir maciçamente em infraestrutura e sistemas e não pensar em técnicas de incentivo a participação da população, visto que as pessoas constituem o pilar que da liga na combinação de TICs + Cidades.

É preciso desenvolver soluções para que a sua tia que não sabe nada de tecnologia possa usufruir e contribuir com a brincadeira. Iniciativas como The Fun Theory devem ser pensadas e discutidas. Recentemente a dinâmica conhecida como “Piano Staircase” foi implantada em São Paulo em plena estação Osasco da CPTM.

Por outro lado, sabemos que diversas iniciativas que são sucesso mundo afora não emplacam no Brasil. Alguns dizem que é o “jeitinho brasileiro”, outros a falta de infraestrutura (como por exemplo, 3G, 3GMax, 4G…) e alguns aspectos culturais.

Dessa forma, caro leitor do BdB, gostaria de levantar a seguinte discussão: Qual a sacada para o Brasil? A mesma aplicada lá fora? Ou o problema é o “jeitinho brasileiro”? Ou então a falta de infraestrutura? Futebol? BBB? Ou alguma outra coisa?

Deixe seu comentário e vamos fazer deste blog um “smart blog”.

A Educação está mudando…

Um estudo recente comparou duas versões de um curso de introdução a estatística, um ensinado (face to face) por professores e uma maioria ensinou online com apenas uma hora por semana de tempo face to face. Os pesquisadores descobriram que os alunos se saíram igualmente bem em ambos os formatos. A única diferença era que o grupo online aprendeu mais rápido que o ensino convencional.

Nos EUA, diversas universidades renomadas estão indo para este lado. O MIT (Massachusetts Institute of Technology), além de disponibilizar cursos de graça em seu site e uma plataforma para cursos online, chamada MITx, também tem parcerias de peso no lançamento de novas ferramentas, como o edX, em parceria com Harward. Por sua vez, Harward também dosponibiliza diversos cursos online em seu site. CMU (Carnegie Mellon University) também não fica para trás. Nem tampouco a Stanford University, disponibilizando cursos no iTunes. Adicionalmente, uma plataforma que integra 4 universidades do US (incluindo Stanford) tem feito bastante sucesso. Paralelamente, diversas startups estão sendo lançadas nesse segmento buscando esta oportunidade de mercado.

Dia desses abri um bate-papo destes com os alunos da UFSCar – Sorocaba. Interessante que diversos alunos já vem participando de cursos online como forma de complementar sua formação. Mesmo aqueles que tem dificuldade em matérias face to face tem procurado cursos na web para lhes auxiliar no processo de aprendizagem. Ou seja, o ensino/universidade está mudando rapidamente e como diria Jonathan Quinn, em 1997, “Universities won’t survive. The future is outside the traditional campus, outside the traditional classroom. Distance learning is coming on fast.” Finalizo o post com uma pergunta de outro post de um grande pensador, Silvio Meira: E a Universidade, já era?

 

Cidades Inteligentes no BR?

O desenvolvimento de uma cidade é um processo complicado e o governo da cidade enfrenta inúmeros desafios em várias questões frente a esse crescimento, muitas vezes desordenado. No entanto, tornam-se elementos essenciais para a construção de uma cidade competitiva o desenvolvimento de infra-estrutura básica, bem como tecnologias, aplicações e serviços de TICs (Tecnologia da Informação e Comunicação).

Neste sentido, para a construção de ambientes mais competitivos, as cidades devem concentrar principalmente na aplicação de TICs de última geração em todas as esferas, realizando a incorporação de sensores em equipamentos para hospitais, em redes de energia, ferrovias, pontes, túneis, estradas, edifícios, sistemas de água, barragens, oleodutos e gasodutos e outros objetos em várias partes do mundo, formando a chamada, Internet das Coisas. Ou seja, todos os objetos do dia-a-dia serão sensoreados e terão a capacidade de se comunicar, através da Internet.

Olhando para a perspectiva do BR, onde a Copa do Mundo e as Olimpiadas estão chegando, será que teremos algum “Smart City” até 2014? 2016? O Rio de Janeiro saiu na frente, mapeando diversos serviços e os disponibilizando na webfazendo concurso de apps. na web visando melhorar a qualidade de vida da população e até saiu no NY Times como “a nova cidade inteligente”. Já no Recife, a Odebrecht comenta que apenas a “Cidade da Copa” será a 1 cidade inteligente do BR. Jundiaí, no interior de SP, está se tornando referência no BR de monitoramento de transporte público. E a sua cidade, está pensando em algo? E você, porque não CRIAR {empreender} no setor?

Campus Party 2012 e o empreendedorismo

A Campus Party é considerado o maior evento de tecnologia da América Latina. Em sua quinta edição, o evento foi realizado na cidade de São Paulo e contou com a participação de aproximadamente 7.000 pessoas. Um dos atrativos do evento é a Internet de 20GBit/s, o qual a grande maioria dos “campuseiros” (pessoas que acampam no evento durante a semana toda) se interessam visto a facilidade para fazer Downloads e, principamente, jogar jogos. Aliás, pelo que vi nos 6 dias, a grande maioria esta – literalmente – interessada em jogar jogos on-line {infelizmente}.

Por outro lado, a Campus Party quer – definitivamente – ser reconhecida como um celeiro de criação de novas startups. Em dua quinta edição pode-se notar algumas idéias que deram {estão dando} certo.
Este ano, diversas palestras foram realizadas sobre o tema e foi realizado um reality show pelo Sebrae onde os 3 duplas de empreendedores trabalham em tarefas durante a semana, com consultoria diária e, ao final, o vencedor é apoiado a levar adiante a startup.

Todavia, após 5 anos, aproximadamente 40 mil pessoas já passaram por lá… e conta-se nos dedos idéias e startups que foram criadas na Campus Party. Será que a feira levou muito tempo para acordar com essa nova realidade? Será que os jovens que participam da feira, no decorrer dos 6 dias, não podem ter um foco mais interessante do que “jogar jogo on-line e baixar filmes/séries/etc”? Ou será que o foco das iniciativas/palestras/talks/etc não podem ser melhor direcionado para isso ao invés de ser apenas “eu falo e vocês escutam”? Já passou por lá? Comente sua experiência.

Educação X Empreendedorismo

Muito se fala de empreendedorismo e de criação de novos negócios de crescimento acelerado (startups) no Brasil. Muito se pergunta porque o Brasil importa tecnologia de fora. Afinal, idéias como Twitter, Facebook, Instagram, Zynga, dentre tantos outros poderiam ser criados aqui, right? Mas porque não foram?

Se fizermos uma pesquisa de opnião com venture capitals, angels, fundos, consultores de startups, etc. surgirão muitos problemas: falta $$, falta investidor de risco, muita burocracia para criação do negócio, falta de suporte, falta de conhecimento do mercado, falta co-founders que se complementem…. falta muita coisa e temos muitos problemas. Porem todo mundo tem problemas. Mas sabe um dos principais: educAÇÃO

Toda a geração de mão de obra especializada em qualquer área tem impactos de ordem de magnitude gigantescos para a cultura, economia, posicionamento e futuro de uma cidade, estado, país. Exemplos: UFPE+Porto Digital+CESAR, Santa Rita do Sapucaí / MG onde engenharia é formação básica de qualquer pessoa por lá há 50 anos, Índia com a formação de engenheiros em massa, dentre outros. Se falarmos de empreendedorismo no mundo, Harward, Stanford e MIT começaram há décadas a cultura & educação em empreendedorismo & inovação desde a graduação até pós e cursos especializados.

Agora, e no BR? Quais universidades estão preocupadas em ensinar, desde a graduação, este conhecimento? UFPE tem um perfil de Empreendedorismo na grade do curso de Ciência da Computação, UFMG tem disciplina de empreendedorismo optativa no curso de Ciência da Computação, UFSCar – Sorocaba tem disciplina de empreendedorismo obrigatória na grade curricular do curso de Ciência da Computação… e… onde mais? Quem souber, comenta ai…

Será que o BR está realmente se preparando para competir, a médio/longo prazo, com países “potências” em empreender/inovar?

Copa do Mundo 2014 e Olimpíadas 2016: Cadê os novos negócios?

A realização de megaeventos esportivos tem sido uma estratégia de diversos países para a atuação de investimentos e de evidência internacional. Investimentos estes na ordem de bilhões de dólares para que a infraestrutura do país de conta do recado da melhor forma possível. Segundo o Ministério do Turismo, aproximadamente 500 mil turistas estrangeiros devem visitar o Brasil durante a Copa do Mundo e mais dezenas de milhões de brasileiros devem movimentar-se entre as cidades-sede.

Comparativamente, existem outros inúmeros eventos que são realizados no Brasil na ordem de milhões de pessoas, no evento e também se deslocando para outras cidades. Alguns exemplos podem ser citados, como o Carnaval de Salvador, Recife e Olinda, o Círio de Belém no Pará, a procissão em Aparecida do Norte, o São João em Campina Grande e Caruaru, as micaretas pelo país à fora, dentro outros eventos. A complexidade de gestão, logística, locomoção/deslocamento via aéreo/terrestre, alimentação, acesso a informações, hospedagem, etc. é comparativamente na ordem de magnitude da complexidade de se trazer uma Copa do Mundo para o país.

Como em qualquer momento de caos, visualiza-se a possibilidade de criação de novos negócios inovadores no país. Todavia, será que o governo ou as escassas ventures capitals ou as aceleradoras no país estão dando suporte para a criação destes negócios de impacto gigantesco? Se sim, quais são os casos de startups que estão sendo criadas para resolver alguns dos diversos problemas que este tipo de evento trás para o país? Se não, o que estamos esperando? Será que, mais uma vez, vamos importar tecnologia de startups de fora do país? Anyway, alguém ai conhece alguma startup que está sendo criada para este segmento? Conte-nos…

Entrando no mundo da Internet das Coisas [Parte 1]

Algumas semanas atrás fiz um post sobre internet das coisas (IoT – do inglês Internte of  Things), com um vídeo de uma casa inteligente (smart house), e prometi que iria entrar em mais detalhes sobre o tema.

A internet das coisas é um paradigma novo, que está ganhando terreno muito rapidamente. A idéia central é a presença pervasiva (que está espalhada, penetrada, infiltrada) de “objetos” (chamados de coisa) que são capazes se se comunicar e interagir uns com os outros de forma a efetuar determinadas tarefas. Essa comunicação geralmente se dá por tecnologias como RFID, tags, sensores, celulares, etc…

Claramente, essas tecnologias mudarão alguns aspectos de nossas vidas cotidianas, principalmente em casa e no trabalho. O NIC (Conselho de Inteligência Nacional) dos Estados Unidos incluiu internet das cosias na lista das 6 tecnologias que podem causar grandes impactos  no país até o ano de 2025. Na citação do próprio NIC:

até 2025, a internet estará contida em coisas usuais do dia-a-dia: embalagens de comida, móveis, documentos em papel, e muito mais.

Questões começam a ser levantadas e discutidas como: A internet das coisas é pervasiva (está espalhada) ou é invasiva (invade privacidades)? Não precisa nem dizer que essa discussão ainda vai dar muito o que falar, mas o fato é que a cada dia nos deparamos mais e mais com objetos conectados nessa imensa rede, e se comunicando formando uma rede de coisas (e não são somente celulares e tablets, outros tipos de coisas também). Recentemente foi publicado no site do gigaom um infográfico sobre internet das coisas, e abaixo está uma parte do infográfico que demonstra bem esse crescimento de objetos conectados.

Com o crescimento e melhoria dessas tecnologias que estão ao redor da internet das coisas, cada vez mais oportunidades serão criadas, partindo da idéia que as demandas da sociedade combinadas com a evolução dessas tecnologias vão difundir a internet das coisas de forma absurda.

Na segunda parte deste post vamos entrar em mais detalhes sobre os desafios ainda abertos nessa área e o que está sendo pesquisado atualmente.

Google+ é uma cópia do facebook?

Mais do que nunca, o futuro das redes sociais está incerto. Quem vai sobreviver? Qual rede social vai prevalecer?

Nos últimos dias o Google lançou o tão falado Google+ (Google mais em português e Google plus em inglês). No início só tinham acesso as pessoas convidadas, mas agora o acesso já está liberado e todos aqueles que quiserem entrar na nova rede social podem assim fazer.

O objetivo do google é conseguir que alguns (ou muitos) milhões de usuários que acessam o facebook, comecem a acessar o google+ (e talvez deixem o facebook). Com isso o google começa a dominar diversos campos da Web, como as redes sociais (google+), vídeos na web (youtube), fotos na internet (picasa), Webmail (gmail), chat online (gtalk), Busca (google), edição de documentos (google docs), etc…

Perceba o que está acontecendo, já vimos esse filme antes. Hoje em dia uma GRANDE parte dos usuários de computador pessoal utilizam o Internet Explorer, Msn messenger, Word, Excel, Powerpoint simplesmente porque eles vêm (quase) todos juntos em um pacote chamado Windows. O que leva a acreditar que uma boa parte também começará a utilizar o google+ pelo motivo do google ser o dono de várias outras ferramentas online e integrar facilmente todas elas.

Claro que isso tudo é especulação, vale lembrar que o google já lançou antes apostas no ar na intenção de concorrer com redes como Twitter e Facebook. Essas apostas foram o Buzz e o Wave e ambos não deram tão certo. Mas… aparentemente o google aprendeu a lição e resolveu “copiar” os segredos do facebook e você que está acostumado ao facebook não vai estranhar muito a interface e funcionalidades do google+, além disso o google+ “melhorou” algumas funcionalidades em relação ao facebook.

Além disso vale lembrar que migrar de uma rede social para outra não é tão simples, temos o exemplo do facebook e do orkut. Ainda hoje o orkut cresce no Brasil, apesar do facebook também crescer. Muitos mudam, outros resistem a essa mudança.

Mas no que depender dos combatentes essa briga está apenas começando. Já foi criada uma aplicação pro facebook para exportar os amigos do facebook para o google+, e o facebook bloqueou essa exportação (mas não se pronunciou a respeito). O Facebook vai fazer tudo o que puder para manter sua base de 750 milhões de usuários e crescer cada vez mais, e o google vai tentar comer uma fatia desse bolo.

Ps. o curioso é ver Mark Zuckerberg ser a pessoa com mais seguidores do Google+ :P

Em quem você aposta? Será que vão surgir outros players de peso?

(um agradecimento a Vinicius Garcia (@vinicius3w), Diego Delgado (@dbdelgado), Felipe Ferraz (@felipesferraz) e Alexandre Álvaro (@alealvaro) pelas contribuições na discussão a esse respeito no twitter)

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